"Na democracia, o processo de formação das políticas públicas demanda participação de todos os segmentos da sociedade civil, informação confiável, representação qualificada, transparência e ética."
ANERTT - Associação Nacional das Empresas de Rádio, Televisão e Tecnologia
A Serviço do Desenvolvimento do BRASIL
Relatório INFORMATIVO DIÁRIO PARA INVESTIDORES DO MERCADO DE CAPITAIS N° 0320
Notícias ANERTT/Petróleo & Gás Natural
Por Marcílio Novaes Maxxon
São Paulo, 11 de outubro de 2008
GESTÃO LEGISLATIVA & AÇÃO POLÍTICA
LÍDERES DA EUROPA PREPARAM PLANO PARA CONTER CRISE MUNDIAL
PARIS/WASHINGTON - Líderes europeus esperam chegar a um acordo em relação a um plano detalhado em Paris, neste domingo, para evitar o pânico no mercado e o que o Fundo Monetário Internacional (FMI) alertou que poderia ser o colapso financeiro mundial.
Na Inglaterra, os bancos estavam conversando com o governo e órgãos reguladores sobre a crise e o governo tomou ações multibilionárias em várias entidades de crédito.
Do outro lado do mundo, Austrália e Nova Zelândia afirmaram que iriam garantir os depósitos bancários, e os Estados do Golfo Árabe tomaram medidas de emergência para impulsionar a confiança no sistema financeiro.
O FMI disse que elaborou um plano em parceria com os países líderes do Grupo dos Sete para estabilizar os mercados financeiros. Uma ação audaciosa era necessária para convencer os bancos a diminuir os empréstimos e encerrar a crise do crédito que jogou as ações mundiais em uma baixa de cinco anos, disse a entidade.
"A intensificação da preocupação com a solvência das maiores instituições financeiras dos Estados Unidos e Europa jogou o sistema econômico global à beira de uma falência sistêmica", declarou na noite de sábado Dominique Strauss-Kahn, chefe do FMI.
Em Washington, o presidente George W. Bush se encontrou com autoridades econômicas do G7 e oficiais do FMI e do Banco Mundial na sexta-feira e sábado, mas eles não conseguiram chegar a um acordo concreto a respeito das medidas necessárias para acabar com a crise.
Bush disse que estava confiante de que os países podem superar os desafios, e que Washington estava trabalhando tão rápido quanto possível para implementar o pacote de 700 bilhões de dólares.
O índice norte-americano Standard & Poor's 500 caiu mais de 18 por cento na semana passada, sua pior queda em uma semana, enquanto as ações européias caíram 22 por cento e a bolsa Nikkei em Tóquio teve queda de 24 por cento.
As ações coordenadas dos bancos centrais não conseguiram aliviar a tensão dos investidores e o mercado de crédito permanece com sérios problemas.
O cenário mudou de Washington para Paris neste domingo.
A ministra da Economia da França, Christine Lagarde, disse antes de partir de Washington que o tom para os líderes da zona do euro poderia ir além de conversas sobre os remédios para "colocar carne e músculos nos ossos daquele esqueleto, desenvolvê-lo, fazer o acompanhamento e executá-lo".
O presidente francês Nicolas Sarkozy e a chanceler alemã Angela Merkel disseram que haviam preparado uma série de decisões para apresentar no encontro, na tentativa de restaurar o fluxo normal do mercado.
Uma fonte próxima à presidência da França disse que os líderes dos países da zona do euro iriam discutir a possibilidade de criar um pacote de resgate bancário que tomaria a iniciativa da Inglaterra como referência.
Presidente da Comissão da Comunidade Européia, José Manuel Barroso disse que estava esperançoso de que a reunião poderia levar a avanços.
"Nós temos de mostrar aos cidadãos europeus e ao mercado a capacidade da Europa e sua determinação de agir", declarou ele.
Fonte: ANERTT/Marcílio Novaes Maxxon
BERLUSCONI DIZ QUE IDÉIA DE SUSPENDER MERCADOS TEM CIRCULADO
NÁPOLES, Itália
O primeiro-ministro da Itália, Silvio Berlusconi, disse na sexta-feira que há conversas sobre a suspensão temporária dos mercados, enquanto se resolve a crise financeira.
"Há conversas sobre suspender os mercados pelo tempo necessário para reescrever as regras (do mercado financeiro internacional)", disse Berlusconi em uma coletiva, quando perguntado sobre o quê os líderes da União Européia discutirão em sua cúpula, em Paris, no domingo.
Ele disse aos repórteres, depois da coletiva: "alguém levantou essa hipótese, mas não há nada concreto".
Fonte: ANERTT/Marcílio Novaes Maxxon
BOLSAS DE VALORES DEVEM CONTINUAR ABERTAS DURANTE CRISE GLOBAL, DEFENDE A WFE
LONDRES
A Federação Mundial de Bolsas (WFE na sigla em inglês) disse que as bolsas de valores devem permanecer abertas durante a crise financeira, rejeitando pedidos para que os negócios fossem suspensos em meio à piora da turbulência do mercado.
"Os líderes mundiais de bolsas de valores reafirmaram fortemente o princípio de que negociações com ações, e relacionadas a ações, devem continuar abertas durante este período", disse a WFE em um comunicado neste domingo, depois de uma reunião feita em Milão.
Massimo Capuano, presidente do WFE e executivo-chefe da bolsa italiana, disse: "Nós encorajamos reguladores globais a reconhecer os benefícios testados ao longo do tempo, de transparência, regulamentação balanceada e clareza de contrapartidas em mercados de valores".
O WFE disse que as bolsas devem continuar a funcionar devidamente durante a crise para disseminar preços, oferecer transparência de preços e fornecer liquidez para investidores.
A WFE é uma organização que reúne 56 das principais bolsas de valores do mundo, e o comunicado foi assinado por executivos da NYSE Euronext, Nasdaq OMX Group London Stock Exchange e pelas principais bolsas em Shangai, Tóquio, e de outros lugares.
Fonte: ANERTT/Marcílio Novaes Maxxon by WFE
PRÓXIMAS HORAS DERÃO CRUCIAIS PARA A ESTABILIZAÇÃO GLOBAL DOS MERCADOS
WASHINGTON
O fracasso em anunciar rapidamente "medidas consistentes" para restaurar a confiança entre investidores irá resultar em "deterioração futura" nos mercados financeiros, disse o principal grupo de bancos do mundo neste domingo.
"Esta noite e a manhã da segunda-feira são momentos muito cruciais", disse Josef Ackermann, presidente do Instituto de Finanças Internacional (IIF, da sigla em inglês), que reúne os principais bancos do mundo, a jornalistas em Washington.
"Eu acredito que temos que fazer o que for necessário para trazer a confiança de volta, ainda que seja um pouco artificial com ajudas de governos e garantias", acrescentou Ackermann, que também é o presidente-executivo do Deutsche Bank.
Fonte: ANERTT/Marcílio Novaes Maxxon by IIF
BANCOS DO REINO UNIDO VÃO DETALHAR PLANO DE SOCORRO NESTA 2ª FEIRA
LONDRES
Os maiores bancos britânicos devem anunciar seus planos de recapitalização logo na segunda-feira de manhã, disse uma pessoa próxima à questão, movimento que poderia ver o governo tomar ações multibilionárias em várias entidades de crédito.
Bancos estavam conversando com o governo e órgãos reguladores sobre a crise, neste domingo, para determinar quanto de capital cada um precisará dos 50 bilhões de libras (86 bilhões de dólares) oferecidos pela Inglaterra na semana passada.
Um anúncio deve ser feito antes da abertura do mercado na segunda-feira, mas os detalhes ainda não foram revelados, informou a fonte, que pediu para não ser identificada.
O Sunday Times disse que o Royal Bank da Escócia (RBS), o HBOS, o Lloyds e o Barclays poderiam pedir cerca de 35 bilhões de libras de empréstimo.
O RBS pode precisar de pelo menos dez bilhões, o HBOS mais de cinco bilhões e o Lloyds e o Barclays mais de três bilhões cada um, de acordo com fontes do setor e estimativas de analistas.
Isso pode levar o governo a se transformar no maior acionista -- e ainda maior investidor -- no RBS e no HBOS.
No início do ano, os acionistas do RBS disseram que o presidente-executivo Fred Goodwin teria de renunciar a seu cargo caso o banco quisesse levantar mais dinheiro.
O governo poderia ocupar assentos nos conselhos de administração dos bancos, afirmou uma fonte do governo no sábado, enquanto a ministra das Comunidades, Hazel Blears, disse à BBC que isso seria considerado.
"Acredito que nós, com certeza, levaremos isso em consideração", afirmou ela à Rádio BBC.
Lloyds, RBS, HBOS e Barclays não quiseram comentar o assunto.
O ministro britânico das Finanças, Alistair Darling, participando de um encontro de ministros do G7, em Washington, disse no sábado que o governo daria mais detalhes no início da semana sobre o seu já anunciado plano de resgate no valor de 400 bilhões de libras.
O Sunday Times afirmou que a escala de arrecadação de fundos pode levar a Bolsa de Londres a ser suspensa para dar ao mercado tempo para digerir o impacto.
Entretanto, a London Stock Exchange (LSE) subestimou essa perspectiva. "Minha informação é de que o mercado irá abrir na segunda-feira", afirmou um porta-voz.
O RBS, que viu seu valor de mercado cair para menos de 12 bilhões de libras, deve pedir aos ministros que liberem 15 bilhões de libras para ele, informou o Sunday Times.
O Barclays, maior banco britânico, disse que está considerando aumentar o capital privado e espera arrecadar fundos dos acionistas atuais para limitar o valor tomado junto ao governo.
Fonte: ANERTT/Marcílio Novaes Maxxon
MANTEGA PEDE REFORMA DO G20 PARA COMBATER CRISE GLOBAL
WASHIGNTON
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, pediu nesta sexta-feira uma reforma do G20 Financeiro para combater os efeitos da crise que assola os mercados em todo o mundo.
"O G20 não estava estruturado para trabalhar em uma situação de crise e nós temos que reformular o G20 para que ele se torne efetivo", disse Mantega após uma reunião do grupo, que congrega ministros e presidentes de bancos centrais das 20 nações mais ricas do mundo.
O G20, atualmente presidido pelo Brasil, reuniu-se em Washington, onde se encontram entre autoridades financeiras de todo o mundo para cúpulas do FMI e do Banco Mundial.
Mantega propôs que o G20 crie uma sala de situação para monitorar a crise.
"Nós precisamos ter uma sala de situação em que ministros possam se conectar rapidamente, tomar medidas em comum e monitorar a situação de cada país para que nós possamos neutralizar os efeitos negativos de uma crise como esta", afirmou.
Segundo Mantega, os paises emergentes, que num primeiro momento estavam sendo menos afetados pela crise, agora passam a sofrer com ela. "Porque quando falta liquidez, quando fundos de investimento começam a sacar recursos de todos os lugares para preencher os buracos que eles criaram nos EUA e na Europa, aí de fato há um buraco no balanço de pagamentos de vários paises", afirmou.
Segundo o ministro, no entanto, este não é o caso do Brasil, "porque o nosso balanço de pagamentos continua positivo". Mas, segundo ele, há outros 30 países emergentes com fluxos cambiais negativos, e "isso vai abalar o seu crescimento".
"Se os países emergentes conseguirem se manter a salvo das influências negativas da crise, conseguirão puxar o crescimento mundial no próximo ano", afirmou o ministro.
Segundo ele, os emergentes são hoje responsáveis por 75 por cento do crescimento mundial.
"Se nós conseguirmos sair ilesos dessa crise ou com poucos danos, nós teremos a energia e as condições de puxar o crescimento mundial numa ação anticíclica."
Fonte: ANERTT/Marcílio Novaes Maxxon
PETRÓLEO & GÁS
UFF e Petrobras assinam termo de cooperação para construção de novos laboratórios
Nesta sexta-feira, 10 de outubro, às 15h, a Universidade Federal Fluminense e a Petrobras assinam a termo de cooperação para a recuperação da infra-estrutura das áreas prediais de Química, Engenharia Química e Engenharia do Petróleo. A companhia investirá R$ 15 milhões no projeto que prevê a construção de três novos prédios no Campus da Praia Vermelha da UFF, em Niterói.Na área predial destinada ao Instituto de Química, serão 6.700 m² de área construída, compreendendo laboratórios de pesquisa para análises de substâncias orgânicas e inorgânicas, preparo de amostras, câmara fria, central de gases, central de resíduos, almoxarifado central, gabinetes e áreas de uso comum, como auditório e biblioteca. Os laboratórios terão equipamentos previamente adquiridos via projetos do CT-Petro (Fundo Setorial de Petróleo e Gás Natural) e outras agências de fomento.A Escola de Engenharia da UFF será remodelada. O Departamento de Engenharia Química e Petróleo, que hoje ocupa uma área de 400m² na Escola de Engenharia, terá mais 1.500m² de área construída, para atender a laboratórios de pesquisa e áreas de trabalho para professores e alunos, fortalecendo atividades laboratoriais em toda a cadeia de valor de petróleo e gás natural.Este projeto de reformulação de infra-estrutura, aprovado previamente pela Agência do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), é parte da estratégia da Petrobras para atender à cláusula de investimentos de pesquisa e desenvolvimento (P&D) presente nos contratos de concessão de exploração e produção entre a Petrobras e a ANP. Segundo a cláusula, pelo menos 1% da receita bruta gerada pelos campos de grande rentabilidade ou grande volume de produção deve ser investido em pesquisa e desenvolvimento, sendo 50% deste valor para universidades e instituições nacionais. Durante o ano de 2008 a Petrobras investirá cerca de R$ 470 milhões de reais em universidades e institutos de pesquisa brasileiros.
Fonte: ANERTT/Marcílio Novaes Maxxon por Universidade Federal Fluminense
Petróleo: Propostas de modelo de desenvolvimento das reservas "pré-sal" entregues no final do mês a Lula da Silva
As propostas governamentais para um modelo de desenvolvimento das reservas petrolíferas brasileiras do "pré-sal" serão entregues ao presidente Lula da Silva a 30 de Outubro, disse hoje o ministro brasileiro da Energia e Minas.Edison Lobão, que falava no 13º Encontro do Lide - Grupo de Líderes Empresariais do Brasil, adiantou que após a entrega das "cinco ou seis" propostas pela comissão interministerial o presidente Lula da Silva - que é coordenador - irá decidir-se por uma, que "em seguida será transformada em lei".O desenvolvimento da zona do "pré-sal", onde têm sido feitos ao longo do último ano alguns dos principais achados petrolíferos a nível mundial, a grande profundidade, envolve a petrolífera brasileira Petrobras e alguns parceiros internacionais, entre eles a Galp Energia.Sobre o novo modelo, Edison Lobão defendeu a criação de uma nova petrolífera estatal apenas para explorar o "pré-sal", mas salientou que a decisão final compete ao Presidente."Não sabemos se vamos criar ou não a nova [petrolífera] estatal. Eu defendo essa posição, mas sou apenas um dos integrantes da comissão, não voto sozinho. Se caminharmos para isso, não precisaremos de [comprar] mais acções da Petrobras", afirmou."Queríamos ter 100 por cento [da Petrobras]. Se puder ser 150 por cento, melhor", ironizou.O ministro brasileiro referiu ainda que parte das receitas petrolíferas do "pré-sal" serão canalizadas para um fundo soberano, semelhante ao criado pela Noruega, outra parte para "investimentos em educação e saúde"."As novas regras sinalizarão qual a percentagem que teremos no fundo soberano", afirmou.Lobão defendeu ainda que a actual crise financeira não deverá pôr em causa o financiamento dos projectos de desenvolvimento do "pré-sal"."O pré-sal é de tal modo generoso no fornecimento de petróleo, que qualquer que seja o custo de extracção dele, estará ainda barato em relação à quantidade e ao preço hoje praticado no mundo", afirmou."Não houve queda do preço do petróleo, houve elevação exorbitante que depois voltou ao natural e normal", adiantou o ministro brasileiro.
Fonte: ANERTT/Marcílio Novaes Maxxon por RTP
Lobão: contratos de pré-sal não serão violados
O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, afirmou hoje que a nova legislação prevista para a camada do pré-sal, localizada abaixo do leito marinho, não vai modificar os contratos de concessão já assinados. "A santidade dos contratos não será jamais violada. Qualquer que seja o novo modelo de regulação da exploração do petróleo, o Brasil respeitará todos os contratos já firmados", disse o ministro, no 13ª Meeting da LIDE, que se realiza na capital portuguesa.O ministro não adiantou o modelo de exploração do pré sal. "Muita gente diz que o petróleo deve ficar com a Petrobras. Mas nós já não temos a maioria das ações da empresa. O novo marco regulatório deverá garantir que essa riqueza se reverta para o povo brasileiro".Segundo Lobão, o valor que custará a extração do petróleo no pré-sal é de US$ 40 a US$ 50 o barril, nas condições de hoje. "Mas quando se põe uma sonda, há risco de não encontrar (petróleo). No pré-sal não há esse risco. E o petróleo está surgindo generosamente".O ministro usou um tom ufanista ao se referir ao pré-sal. "Parece até um milagre. Na faixa de Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo e Santa Catarina, é praticamente impossível colocar uma sonda na região do pré-sal e não encontrar petróleo". RefinariasLobão contou que serão construídas mais cinco refinarias de petróleo, no Maranhão, Ceará, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro e Pernambuco. "A refinaria do maranhão sozinha terá a capacidade de processar um terço do petróleo produzido no Brasil. Será destinada à exportação para o mercado americano".CriseNo discurso aos empresários, Lobão justificou a posição do presidente Lula que procurou minimizar o impacto da crise no Brasil. "Napoleão dizia que quando o general esmorece a batalha está irremediavelmente perdida". Ele disse que a crise não deverá ter um impacto tão forte no Brasil como em outros países do mundo.
Fonte: ANERTT/Marcílio Novaes Maxxon por Agência Estado
ANP adia para 2009 "rodadinha" de campos maduros de petróleo
A Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) decidiu prorrogar para o ano que vem a chamada "rodadinha", que consiste na venda de campos maduros de petróleo com baixa produção, informou o diretor da ANP Nelson Narciso.A "rodadinha" aconteceria em dezembro deste ano, próxima ao 10o leilão de áreas de petróleo e gás da agência, mantido para 18 de dezembro."Esta (10a) está rigorosamente ´on time´", disse o diretor a jornalistas, após encontro com o secretário de Comércio dos Estados Unidos, Carlos Gutierrez, no Rio de Janeiro."Tudo o que precisa ser feito para a 10a rodada está alinhado, todos os blocos estão aprovados, o hotel está bem encaminhado, o sistema e toda a estrutura. Estamos trabalhando para colocar a rodada no dia 18", complementou.Segundo Narciso, a "rodadinha" iria oferecer 19 blocos em terra, e a previsão é de que seja realizada ainda no primeiro trimestre de 2009."Nós já temos o aval do CNPE (Conselho Nacional de Política Energética) para a ´rodadinha´, mas resolvemos não mexer com ela porque tem algumas restrições ambientais... queremos limpar a possibilidades de problemas para depois colocar a rodada", afirmou, sem dar detalhes sobre os obstáculos para a venda.Ele confirmou que a ANP retirou 32 blocos que já haviam sido anunciados para a 10a rodada, devido a problemas de licenciamento ambiental das áreas, o que poderia incitar recursos judiciais."Tudo o que poderia inibir (a participação de investidores) nós procuramos limpar", afirmou.Com essa redução, a 10a rodada vai oferecer 130 blocos terrestres em sete bacias sedimentares.Narciso disse ainda que na próxima terça-feira será realizada a audiência pública da 10a rodada, onde será feita uma apresentação de todas as áreas que serão ofertadas e discutido o pré-edital publicado em 2 de outubro. A previsão é de que o edital definitivo seja publicado no dia 30 de outubro.O diretor reconheceu que o perfil de investidores que deverão participar da 10a rodada, composta apenas de blocos em terra, será de pequenos e médios, em razão das características do leilão."A gente atende, respeita e aceita o posicionamento do investidor. O mais importante é buscar descortinar as áreas em terra, não é um perfil reconhecidamente para as ´majors´ que vem buscando as grandes acumulações", concluiu.
Fonte: ANERTT/Marcílio Novaes Maxxon por Reuters
Agência internacional prevê queda na demanda por petróleo
A Agência Internacional de Energia (AIE) voltou a cortar nesta sexta-feira as previsões para a demanda mundial de petróleo para o próximo ano em 0,5%, o que equivale a 440 mil barris diários.A AIE prevê que a procura global pelo petróleo desça para 87,2 milhões de barris diários no próximo ano com a pior crise financeira desde 1930 ameaçando uma recessão econômica global.Para este ano, a agência cortou as suas estimativas pela sétima vez em 240 mil barris para 86,5 milhões de barris diários.Os preços do petróleo registraram esta semana a maior queda desde 2004, pois, conforme a crise de crédito aumenta as preocupações relativas ao crescimento econômico, a demanda de produtos petrolíferos é corroída.O Fundo Monetário Internacional (FMI) afirmou no seu último relatório, de 8 de outubro, que as economias mais avançadas vão crescer no próximo ano apenas 0,5%, registrando o menor crescimento desde 1982.A previsão para a procura proveniente dos países fora da Organização para a Cooperação Econômica e Desenvolvimento (OCDE), manteve-se inalterada nos 38,4 milhões de barris diários este ano, prevendo-se um crescimento de 40 mil barris por dia para o próximo ano, chegando ao patamar de consumo de 86,5 milhões barris diários.
Fonte: ANERTT/Marcílio Novaes Maxxon por Agência Lusa
Opep fará reunião de emergência
A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) fará uma reunião de emergência no dia 18 de novembro, em Viena, para avaliar a necessidade de cortes adicionais de produção para estancar a queda de 40% nos preços do petróleo desde julho. O grupo confirmou, em nota, que fará a reunião em razão da elevação dos problemas de crédito que resultaram numa "profunda crise financeira".
Fonte: ANERTT/Marcílio Novaes Maxxon por Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep)
Petróleo: Temor de recessão faz WTI se aproximar dos US$ 80
O preço do petróleo declina ao menos US$ 5 em Londres e Nova York ante o temor de que uma possível recessão global afete o consumo do produto. Os agentes estão de olho na situação econômica internacional e voltam-se as atenções para as reuniões conjuntas do Fundo Monetário Internacional (FMI) e Banco Mundial em Washington.Os investidores receberam ainda relatório da Agência Internacional de Energia (AIE), que reduziu sua previsão para a demanda por petróleo deste ano em 240 mil barris por dia e em 440 mil barris diários a de 2009. agora, o organismo prevê que a procura pelo produto será de 86,5 milhões de barris por dia em 2008 e de 87,2 milhões de barris diários nos 12 meses seguintes.O organismo citou que a debilidade das condições econômicas, a turbulência financeira e os altos preços estão tendo impacto expressivo na demanda por petróleo em países pertencentes à Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), especialmente os Estados Unidos.
O preço do petróleo recuou US$ 5 o barril e foi conduzido para a pior semana em mais de 20 anos, devido ao aprofundamento da crise financeira que irá puxar a economia global para uma recessão, reduzindo assim a demanda pela commodity. Há pouco, o barril de petróleo tipo WTI, com vencimento em novembro, registrava desvalorização de 6,3%, cotado a US$ 81,13 na Bolsa de Mercadorias de Nova York (NYMEX, na sigla em inglês). Já o barril do tipo Brent, com vencimento em novembro, recuava 6,5%, negociado a US$ 77,29 no ICE Exchange de Londres.
Fonte: ANERTT/Marcílio Novaes Maxxon
Petrobras e CEG chegam a acordo sobre fornecimento de gás natural
A Petrobras, a CEG e a CEG-Rio chegaram a um acordo em relação ao processo para regularizar o fornecimento de gás no Rio de Janeiro. As empresas assinaram um contrato, em que ficou estipulada a quantidade de gás que a Petrobras vai fornecer mensalmente.Neste mês de outubro, por exemplo, serão fornecidos 5.311.000 metros cúbicos de gás natural por dia; em novembro, serão 5.330.000 e, em dezembro, 5.349.000 metros cúbicos. Esse valor aumentará mensalmente, até chegar a 6.545 metros cúbicos diários em dezembro de 2.012, data do término do contrato.O início do processo foi em outubro do ano passado, quando o Tribunal de Justiça do Rio deferiu no plantão uma liminar intimando a Petrobras a restabelecer o fornecimento de gás natural às concessionárias CEG e CEG - Rio, conforme as médias praticadas nos últimos 12 meses. A ação civil pública foi proposta pelo Estado em face da Petrobras, da CEG e da CEG - Rio, com pedido de liminar, porque a empresa teria suspendido o fornecimento de gás natural às concessionárias de distribuição sem aviso prévio.Tal medida estaria sendo tomada, segundo a Petrobras, porque a malha de transporte de gás natural enfrentava graves desequilíbrios, os quais comprometiam a continuidade das operações. De acordo com a empresa, a situação estava sendo agravada pelo fato de as concessionárias estarem fornecendo ao mercado volume superior àquele constante no contrato originalmente firmado entre as partes.- Esse processo chegou ao fim muito rápido, em apenas um ano, e com as partes estabelecendo um acordo que vai beneficiar a todos. A Petrobras, a CEG e a CEG-Rio assinaram ainda um contrato em que a Petrobras assume o patrocínio do Projeto da Matriz Energética do Estado e a CEG e a CEG-Rio patrocinarão o Projeto Balanço Energético. O acordo será homologado mediante condição suspensiva consistente na apresentação dos termos de cooperação já firmados, devidamente assinados pelos réus, e o novo contrato comercial começará a surtir efeitos a partir da homologação desse acordo em sede judicial - explicou a juíza Luciana Losada Albuquerque Lopes, titular da 13ª Vara da Fazenda Pública do Rio.
Fonte: ANERTT/Marcílio Novaes Maxxon por ABGNC
MERCADO DE ETANOL
Pesquisa dos EUA atesta mistura de etanol à gasolina
Pesquisa do Departamento de Energia do USDA (Ministério da Agricultura) dos Estados Unidos comprova que o E15 (emprego de 15% de etanol anidro à gasolina) ou de E20 (20% de anidro) não provoca problemas aos motores dos veículos. O resultado saiu neste dia 7 de outubro e, segundo a entidade de produtores americanos AACC (American Ag & Energy Council), trata-se de uma excelente notícia para os produtores de etanol. O resultado da pesquisa, segundo a entidade, irá acelerar a demanda por biocombustível principalmente em regiões do país onde a adição de etanol à gasolina é de 10% (E10). A AACC explica que, com essa pesquisa, os EUA devem acelerar o maior emprego de etanol e, com isso, o país vai também reduzir as importações de petróleo de outros países para ser refinado e se tornar gasolina.
Fonte: ANERTT/Marcílio Novaes Maxxon por Agroind
MERCADO DE ENERGIA
EPE: investimentos em energia estão garantidos
Os investimentos programados para o setor de energia elétrica no Brasil estão garantidos, mesmo com a crise internacional, afirmou hoje o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim. "Os leilões realizados garantem um equilíbrio estrutural do setor até 2013", disse. Segundo ele, antes de participar de leilões, os empresários encomendam equipamentos no exterior e se protegem da oscilação cambial por meio de contratos de hedge, o que dispensará revisão de investimentos, mesmo com a recente valorização do dólar ante o real.Mesmo assim, Tolmasquim destacou que o Brasil não está imune à crise mundial porque a restrição ao crédito afetará os investimentos no futuro. Ele afirmou que a turbulência está antecipando a queda do preço do petróleo, que estava prevista para ocorrer no médio prazo. "Já existia esta tendência de queda, tanto pelo lado da demanda quanto da oferta", afirmou. Para ele, o piso do preço do petróleo é de US$ 75 o barril nos próximos dez anos. "O desaquecimento das economias emergentes e a redução do capital especulativo nos contratos de petróleo contribuem para isso", afirmou.PetrobrasO executivo ressaltou que os investimentos da Petrobras estão garantidos porque o fluxo de caixa da companhia é elevado. "Também não vejo grande inversão de aportes nesta área", disse, ressaltando que a estrutura da Petrobras é firme, apesar da forte queda da cotação das suas ações.
Fonte: ANERTT/Marcílio Novaes Maxxon por Agência Estado
MERCADO DE BIODIESEL
Acordo Galp-Petrobras em biodiesel deverá render R$ 2,2 bi
Lisboa, 10 out (Lusa) ? O projeto da Galp Energia e da Petrobras para produção de biodiesel, formalizado num acordo assinado nesta sexta-feira, em Lisboa, deve gerar receitas de US$ 1 bilhão (R$ 2,2 bilhões) a partir de 2015, disse o presidente da petrolífera portuguesa.Manuel Ferreira de Oliveira, que fez o anúncio durante o 13º "Meeting Internacional" do Lide ? Grupo de Líderes Empresariais do Brasil, afirmou que o biodiesel de segunda geração terá um preço entre US$ 300 e US$ 400 por tonelada a mais do que o atual valor da variedade de primeira geração (US$ 1 mil), elevando as receitas para "US$ 900 milhões a US$ 1 bilhão". O preço, frisou, será atingido quando "a produção estiver em plenitude, o que acontecerá só por volta de 2015".O Projeto Belém prevê a produção de 600 mil toneladas por ano de óleo vegetal no Brasil, destinado à produção de 500 mil toneladas anuais de biodiesel de segunda geração (Biodiesel 2G).Metade deste volume será produzida em Portugal e a outra metade em local a ser definido, com o objetivo de comercialização na Europa - com prioridade para o mercado ibérico.O acordo de investimentos estabelece as normas de relacionamento entre as duas empresas para o desenvolvimento do projeto. Caso se confirme sua viabilidade, será constituída uma sociedade com capital dividido em partes iguais entre a Galp Energia e a Petrobras.O acordo resulta de um memorando de entendimento assinado em 18 de maio de 2007 entre as duas companhias, quando o presidente Lula visitou Portugal.
Fonte: ANERTT/Marcílio Novaes Maxxon por Agência Lusa
Mais R$ 4 milhões para investimentos às pesquisas em biodiesel
O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) está com novo edital aberto, com recursos de R$ 4 milhões, para apoiar pesquisas em biodiesel. Esta é a quinta ação lançada pelo CNPq em 2008 com investimentos em biodiesel, que totalizam o montante de R$ 26 milhões para pesquisas nesta área.O edital, nº 47/2008, receberá propostas de atividades de pesquisa que visem o desenvolvimento de tecnologias para caracterização e controle de qualidade do biodiesel. “Esta chamada alinha-se com o Programa Nacional de Produção de Biodiesel (PNPB) e objetiva fomentar projetos de inovação tecnológica para resolverem problemas associados à caracterização e controle de qualidade de biodiesel, estimulando o desenvolvimento de novas metodologias e de normas técnicas ABNT/NBR para o controle de qualidade e métodos rápidos e de baixo custo”, explicou a servidora Marony Nascimento, gestora do edital.Os projetos devem contemplar as linhas de pesquisa que busquem o desenvolvimento de metodologias de acompanhamento na produção do biodiesel, de equipamentos de análise para pontos revendedores, e normas técnicas ABNT/NBR.Na busca da descentralização regional com a distribuição de recursos mais justa aos pesquisadores de todo país, o CNPq destinará uma parcela mínima de 30% dos valores totais dos editais lançados para projetos coordenados por pesquisadores vinculados a instituições sediadas nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Incluindo também as respectivas áreas de abrangências das Agências de Desenvolvimento Regional.Os pesquisadores interessados em concorrer ao Edital nº 47/2008 podem inscrever suas propostas até o dia 20 de outubro, por meio do Formulário de Propostas Online, disponível na página do CNPq. As propostas devem ter valor máximo de R$ 500 mil, incluindo gastos de Capital, Custeio e Bolsas. Os resultados serão divulgados a partir do dia 17 de novembro.
Fonte: ANERTT/Marcílio Novaes Maxxon por Biodiselbr.com
Noble fará terminal para biocombustíveis no porto de Itaqui
O Noble Group, com sede em Hong Kong, anunciou na quinta-feira que vai construir um terminal para biocombustíveis no porto de Itaqui, no Maranhão. O novo terminal será construído em três fases e deverá entrar em operação a partir de novembro de 2009. O valor dos investimentos não foi divulgado.Segundo a empresa, a capacidade estática para estocagem desse terminal é de 132,990 milhões de litro de combustíveis, específico para etanol, biodiesel e diesel. Os aportes nesse terminal serão feitos por meio da subsidiária do grupo, a Temmar (Terminal Marítimo do Maranhão).No mês passado, a multinacional asiática anunciou investimentos para a construção de seu primeiro terminal graneleiro e de açúcar no porto de Santos (SP), o maior da América Latina. O grupo, que possui uma usina de açúcar e álcool em operação no Estado de São Paulo e outro projeto sucroalcooleiro em construção no mesmo Estado, quer reforçar sua posição no agronegócio brasileiro.No país, a companhia já possui seis armazéns para grãos no Mato Grosso e no Paraná, uma unidade de processamento e de estocagem de café e empreendimento na área de fertilizantes. No Nordeste, o grupo ainda detém uma participação minoritária na mineradora Mhag.O Noble Group também está reforçando sua posição na América do Sul. No Uruguai e Argentina, a empresa possui armazéns para grãos, além de terminais portuários nesses dois países e também no Paraguai.Acerto de contasA disputa judicial entre a Vanguarda do Brasil e a Noble do Brasil -em que a última exigia o cumprimento de contrato de entrega de soja- foi encerrada. As empresas zeraram as contas e refizeram contratos para as safras de 2009 a 2011.Queda de preçosPierre Moreau, do escritório Moreau Advogados, que representa a Vanguarda, disse que a queda de preços e a crise financeira favoreceram o acordo. Após ter atingido US$ 16,30 por bushel (27,2 kg) em julho, a soja fechou a US$ 9,80 ontem.
Fonte: ANERTT/Marcílio Novaes Maxxon por Biodiselbr.com
MERCADO DE AÇUCAR & ÁLCOOL
Sorriso/MT: preço do álcool varia 4 vezes em um mês
Nas últimas quatro semanas, o preço do litro álcool em Sorriso oscilou segundo levantamento da Agência Nacional de Petróleo (ANP) feito entre os dias 7 de setembro e 4 de outubro. O combustível foi vendido entre R$1,58 e R$1,63. Conforme o levantamento, na primeira semana (entre 7 e 13) os preços podiam ser encontrados com valor mínimo de R$1,39, máximo de R$1,75 e médio de R$1,58. Na segunda semana (entre 14 e 20), o valor mínimo foi de R$1,45, máximo de R$1,89 e a média foi de R$1,65. Na semana seguinte (entre 21 e 27), estava R$0,30 mais barato do que na anterior. Semana passada, o álcool teve nova alta, apresentando R$1,69 de preço máximo, R$1,50 de mínimo e R$1,63 de preço médio. Dez postos foram consultado pela ANP. Entre as oito cidades pesquisadas pela agência (Alta Floresta, Sinop, Rondonópolis, Cuiabá, Várzea Grande, Cáceres e Santo Antônio do Leverger) Sorriso é a que mais apresenta variações de preços do combustível.
Fonte: ANERTT/Marcílio Novaes Maxxon por Só Notícias
Muitas usinas de álcool não sairão do papel, diz Balbo
O empresário e diretor do Grupo Balbo, Jairo Balbo, afirmou hoje que a crise mundial chega a um momento delicado para o setor sucroalcooleiro brasileiro e vai frear os novos projetos de usinas no País. "Muitas usinas não irão sequer sair do papel", disse Balbo, cuja companhia tem duas unidades em Sertãozinho (SP) e uma nova no Triângulo Mineiro.Outro impacto da crise pode ser a redução na tecnologia aplicada às lavouras de cana-de-açúcar, com uma conseqüente perda de produtividade. "Muita gente vai deixar de adubar", disse. No entanto, de acordo com Balbo, o adiamento dos projetos novos e a redução na tecnologia devem impactar na oferta do açúcar e do álcool e, assim, trarão preços remuneradores ao setor produtivo. "Os preços ruins das duas últimas safras podem melhorar e dar uma liquidez aos produtores", previu.Balbo afirmou que a alta na cotação do dólar pode não ajudar as exportações, principalmente as de açúcar, produto do qual o Brasil é o maior fornecedor mundial. "Bastou o preço do dólar subir que o exportador quer renegociar o açúcar", explicou. "Mas o cenário é melhor para o produto, já que os preços devem melhorar com a redução na oferta mundial", completou o empresário.Balbo relatou ainda que o braço de bioenergia do grupo sucroalcooleiro assinou ontem o contrato de fornecimento de 13 megawatts (MW) com o Grupo Rede até 2024 e que a energia será colocada no sistema a partir de 2010.A energia virá da unidade São Francisco, que recebeu investimentos de R$ 62 milhões para a ampliação da capacidade de geração de 7 MW para 23 MW. Além do Grupo Rede, a unidade fornece 3 MW para a CPFL. O preço da energia contratada não foi revelado, mas, segundo o empresário, foi acima dos R$ 158 por MW obtidos no último leilão de energia do governo federal.
Fonte: ANERTT/Marcílio Novaes Maxxon por Agência Estado
Açúcar fecha em baixa no mercado futuro de Nova York
Os contratos futuros do açúcar (112.000 libras por contrato) fecharam em baixa hoje no Mercado do Café, Açúcar e Cacau de Nova York (centavos de dólar por libra):contrato abertura máxima mínima fechamento variação.-------- -------- ------ ------ ------ ------ .Março 11,77 11,77 11,20 11,21 -0,62 .Maio 12,02 12,02 11,41 11,45 -0,58 .Julho 12,06 12,06 11,50 11,52 -0,56 .
Fonte: ANERTT/Marcílio Novaes Maxxon por Agência EFE
Usineiro prevê freio em projetos de álcool
O empresário e diretor do Grupo Balbo, Jairo Balbo, afirmou ontem que a crise mundial chega num momento delicado para o setor sucroalcooleiro brasileiro e vai frear os novos projetos de usinas no País. "Muitas usinas não irão sequer sair do papel", disse. A companhia tem duas unidades em Sertãozinho (SP) e uma nova no Triângulo Mineiro. A tecnologia aplicada às lavouras de cana-de-açúcar também deve reduzir, com conseqüente perda de produtividade. "Muita gente vai deixar de adubar", disse. Os dois efeitos, no entanto, devem impactar a oferta do açúcar e do álcool e trazer preços remuneradores ao setor produtivo. "Os preços ruins das duas últimas safras podem melhorar e dar uma liquidez aos produtores", previu.Para ele, alta na cotação do dólar pode não ajudar as exportações, principalmente as de açúcar, produto do qual o Brasil é o maior fornecedor mundial. "Bastou o preço do dólar subir que o exportador quer renegociar", explicou. "Mas o cenário é melhor para o produto, já que os preços devem melhorar com a redução na oferta mundial", completou.O braço de bioenergia do Grupo Balbo assinou ontem o contrato de fornecimentos de 13 megawatts (MW) com o Grupo Rede até 2024. A energia será posta no sistema a partir de 2010 e virá da unidade São Francisco, que recebeu investimentos de R$ 62 milhões para a ampliação da capacidade de geração de 7 MW para 23 MW. Fonte: ANERTT/Marcílio Novaes Maxxon por O Estado de S. Paulo
ECONOMIA & MERCADO
Brazil to increase sugarcane cultivation by 15 million acres by year end: increasing national ethanol production by 11 percent
In Brazil, environment minister Carlos Minc said that Brazil will commence an expansion program for sugarcane that will result in an additional 15 million acres under cultivation without affecting food production. The minister said that the project would be completed by the end of the year. He also said that a satellite monitoring system was being installed by the government to monitor environmental impact and ensure that farmers stayed within their agreements. The National Plan for Climate Change had called for an additional 13 million acres of land to fulfill a goal to increase ethanol production by 11 percent.
Font: ANERTT/Marcílio Novaes Maxxon by Biofuels Digest
Brasil está sólido para enfrentar crise mundial, diz Lobão
O Brasil é um dos países com fundamentos econômicos mais sólidos para enfrentar a crise financeira mundial, e tem condições para manter o atual ciclo de crescimento, disse nesta sexta-feira (10) o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão.O ministro disse que a demanda interna no país continua "pujante", e que a taxa de desemprego tem caído para níveis mínimos históricos - 7,6% em agosto, a segunda menor taxa de desemprego da história deste indicador."O Brasil situa-se entre os países mais sólidos em termos de crescimento sustentável, com condições de manter o atual ciclo apesar desta crise", disse Lobão durante o 13º Meeting do LIDE, que se realiza em Lisboa.
Fonte: ANERTT/Marcílio Novaes Maxxon por Reuters
Investidores negociam R$ 1,02 tri em 2008 na Bovespa, maior volume da história
Os investidores já movimentaram R$ 1,02 trilhão em negócios na Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) até o pregão de ontem, aponta estudo da consultoria Economática. Trata-se do maior volume financeiro já registrado na história da Bolsa e supera o valor acumulado em 2007 (R$ 1,013 trilhão). Em uma década, o volume financeiro no mercado doméstico de ações foi quase multiplicado por dez: para 1998, a Economática registra um volume de R$ 132 milhões. Entre os 20 ações mais negociadas, a consultoria destaca a ação preferencial da Petrobras, com giro de R$ 177,3 bilhões acumulado até a jornada de ontem. Os investidores movimentaram outros R$ 123,7 bilhões com a ação preferencial da Vale do Rio Doce, o segundo papel de maior giro na Bolsa. A ação ordinária da Petrobras aparece na terceira posição, com volume de R$ 33,29 bilhões, seguido pela ação preferencial da Usiminas, com volume de R$ 32,68 bilhões. Somente essas 20 ações representam 65,52% do total movimentado na Bovespa neste ano, com destaque para os papéis de empresas siderúrgicas e mineradoras, além de bancos e o setor de petróleo e gás, confirmando o grande peso do segmento empresarial ligado a commodities (matérias-primas) na Bolsa brasileira.
Fonte: ANERTT/Marcílio Novaes Maxxon por Folha Online
Dow Jones ruma para pior semana de sua história
O sinal negativo do mercado acionário nas Bolsas de Nova York continua, com o índice Dow Jones caminhando para registrar a pior semana em seus 112 anos de história. O índice recuou mais de 600 pontos desde a abertura dos negócios hoje, com perdas lideradas pelo setor financeiro, que, no meio da manhã, também foi responsável por um breve período de recuperação. A divulgação dos resultados iniciais do leilão para definir a taxa de recuperação dos contratos de swap de proteção contra o risco de inadimplência (default) de bônus de dívida emitidos pelo banco de investimento Lehman Brothers levou o setor financeiro para baixo. O leilão definiu uma taxa de recuperação de 9,75 centavos por dólar na liquidação dos contratos de CDS (títulos que medem o custo de proteção para os bônus de dívida) do Lehman, sugerindo perdas aos detentores dos contratos. Também o Morgan Stanley foi responsável pela retomada das perdas, com especulações de que a instituição japonesa Mitsubishi Financial Group pode desistir de adquirir uma participação de 21% na instituição. As ações do banco caíam mais de 40% para US$ 4,98, seu menor preço desde o início da crise, lançando dúvidas quando à disposição de o banco japonês manter o compromisso de adquirir a participação a um valor por ação mais elevado. Segundo o acerto feito entre as instituições, o Mitsubishi concordou adquirir US$ 3 bilhões de ações ordinárias (ON) a US$ 25,25 e US$ 6 bilhões de ações preferenciais (PN) a US$ 31,00. Esta manhã, o Mitsubishi reiterou seu compromisso de injetar US$ 9 bilhões no Morgan. O Dow Jones caía 4% às 14h09 (de Brasília), para 8.235 pontos, após ceder abaixo dos 8 mil pontos (7.882 pontos) pela primeira vez desde 1º de abril de 2003. No mesmo horário, o índice S&P 500 operava em baixa de 4,42% aos 869 pontos e o Nasdaq recuava 3,79% para 1.582 pontos. Citigroup, JPMorgan e Bank of America operam em alta. EnergiaO setor de energia também é destaque de baixa, com a forte retração nos preços do petróleo puxando os papéis da Chevron (-5,64%) e da ExxonMobil (-7,84%) em considerável baixa. Ainda no horário citado acima, o contrato futuro do petróleo tipo WTI com vencimento em novembro registrava queda de 7,61% para US$ 80 o barril, na sessão eletrônica da Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex). Na mínima, operou em US$ 78,66 o barril. GMAs ações da montadora General Motors também avançam (+1,2%), depois de despencarem ontem. A General Motors afirmou hoje que não estuda pedir concordata, apesar das quedas de suas vendas e da crise no mercado de crédito, que derrubaram as ações da montadora para os menores níveis em quase seis décadas. As informações são da agência Dow Jones para o Mercado via ANERTT.
Cai estimativa de alta do PIB do agronegócio
Num reflexo inicial da crise financeira internacional, a CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil) diminuiu a estimativa de crescimento do PIB do agronegócio para 2008. A projeção inicial, que ficava entre 11% e 12%, recuou para 9% e 9,5%.O alto custo da produção, por conta do preço dos insumos agrícolas -como fertilizantes- e a atual falta de crédito para custear o início do plantio da safra provocaram a reavaliação pela entidade.Apesar disso, o crescimento do PIB tende a ser recorde, superando o crescimento de 7,88% de 2007 e a quase estagnação de 2006 (0,45%). Neste ano, o avanço acumulado até julho foi de 6,79%.Essa expectativa positiva, porém, não afastou a preocupação com a chegada da crise financeira mundial.Ontem, a CNA protocolou nos ministérios da Fazenda e da Agricultura um documento no qual pede ao governo federal que, pelo menos neste momento, não utilize o grau de risco dos produtores endividados como empecilho para a captura de créditos.Além disso, solicita que as parcelas das dívidas com vencimento neste mês, num valor estimado de R$ 5 bilhões, sejam jogadas para maio do ano que vem. "O objetivo é que esses recursos sejam usados pelos produtores no plantio. É uma forma de compensar a falta de crédito", afirma Anaximandro Almeida, superintendente técnico da CNA.EfeitoSobre a crise, praticamente descolada dos números do PIB, a tendência é que seja sentida de fato no resultado da safra 2008/ 2009. Segundo Rosemeire dos Santos, assessora técnica da entidade, há o agravante de ela ter começado em meio à finalização da renegociação das dívidas.Para o presidente nacional da UDR (União Democrática Ruralista), Luiz Antonio Nabhan Garcia, ao contrário do que prevê o governo, a queda da produtividade na atual safra é praticamente inevitável. "Sem crédito, muita gente ainda nem plantou. O preço do adubo está uma loucura, com isso os produtores vão economizar nos insumos", declara o ruralista.Segundo a CNA, a crise internacional respingou no PIB e ainda não atingiu em cheio a balança comercial do agronegócio. Divulgou-se ontem uma ligeira queda nas estimativas nas exportações (de US$ 74 bilhões para US$ 72 bilhões) e nas importações (de US$ 12 bilhões para US$ 11 bilhões).No caso das importações, a valorização do dólar causará uma queda na compra dos chamados produtos de luxo, como azeitona, azeite e salmão.
Fonte: ANERTT/Marcílio Novaes Maxxon por Folha de S. Paulo
Agronegócio quer adiar pagamento de R$ 5 bi
Por conta da crise financeira, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) encaminhou ontem aos Ministérios da Agricultura e da Fazenda pedido para a prorrogação do prazo de pagamento de R$ 5 bilhões em dívidas de investimento dos produtores rurais que vence na próxima terça-feira. O setor quer estender o prazo para 30 de maio de 2009, contou o superintendente técnico da CNA, Anaximandro Almeida. A dívida que vence na próxima semana faz parte do pacote de renegociação das dívidas do setor rural, que foi aprovado no mês passado, quando o governo sancionou a Lei nº 11.775 dando algum tipo de benefício para R$ 75 bilhões do total de R$ 87,5 bilhões em dívidas. Para a CNA, a nova prorrogação é necessária porque a crise reduziu a oferta de crédito para os produtores às vésperas do período de incremento do plantio da nova safra. O argumento da CNA é que, se houver nova prorrogação, medida que depende de decisão do Conselho Monetário Nacional (CMN), esse dinheiro poderá ser investido pelos agricultores no plantio. "É preciso garantir recursos para que a safra seja plantada", disse Almeida. Outro pedido é para reclassificação dos riscos dos produtores nas operações de crédito rural, regra estabelecida em 1999. Por lei, quando o produtor prorroga uma dívida, o risco do mutuário aumenta, o que dificulta a liberação de novos créditos. Cálculos da CNA indicam que cerca de 50% dos produtores prorrogaram suas dívidas e estão com dificuldade para obtere novos empréstimos. A expectativa da CNA é que os pedidos sejam incluídos na lista de medidas emergenciais que o governo prepara para apoiar o setor diante da crise financeira. O ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, informou ontem que conversou na quarta-feira com o colega da Fazenda, Guido Mantega. Na conversa, Mantega disse que estaria de volta à Brasília na quarta-feira da próxima semana e que, então, os dois se reuniriam para tratar dessas medidas. A Agricultura pede a liberação de pelo menos R$ 10 bilhões para o setor. A metade desse valor seria disponibilizada aos bancos privados por meio da liberação dos compulsórios. Essa parte, segundo o ministro, é "mais fácil". A segunda medida é a venda de dólares para as tradings, com o compromisso de recompra. Essa alternativa permitiria que as tradings, que tradicionalmente financiavam a produção agrícola por meio de compras antecipadas, voltassem a emprestar recursos para os produtores rurais.
Fonte: ANERTT/Marcílio Novaes Maxxon por O Estado de S. Paulo
UE prevê expansão do Brasil em exportações agrícolas
Os preços das matérias-primas agrícolas nos mercados mundiais se manterão altos nos próximos nove anos, e o Brasil reforçará sua presença internacional no setor, segundo um relatório da direção de agricultura da Comissão Européia (CE, órgão executivo da UE) divulgado hoje.Segundo o texto da CE, se espera que em nove anos o Brasil seja o líder mundial na produção de soja, superando Estados Unidos.A demanda de açúcar aumentará mais rápido que a produção e, em 2017, a UE será o maior importador, enquanto o Brasil pode dominar 60% das exportações, segundo o estudo.Sobre o setor de carnes, o estudo diz que o Brasil alcançará metade do crescimento neste segmento e pode ser responsável por até 30% das exportações mundiais de carne em 2017.As últimas estimativas da CE sobre os mercados agrícolas indicam que as cotações de cereais e de carne vão seguir em alta, especialmente se comparados com as duas últimas décadas, nas quais os preços foram baixos.O relatório, no entanto, assinala que agora há muita "incerteza" pela crise financeira mundial e, além disso, as projeções divulgadas hoje foram feitas antes da alta dos preços do petróleo de julho.No entanto, diz que as cotações das matérias-primas vão seguir altas, por "fatores estruturais" como o crescimento da demanda e, sobretudo, pela expansão dos biocombustíveis.De qualquer forma, Bruxelas pede mais "volatilidade" que no passado, pela pressão sobre as reservas de produtos agrícolas.
Fonte: ANERTT/Marcílio Novaes Maxxon por Agência EFE
Dr. Marcílio Novaes Maxxon
O combate à corrupção está intimamente vinculado à transparência.
*Leituras para Análise Estratégica eo Desenvolvimento do País:
Altos Estudos BrasileirosPor MARCÍLIO NOVAES MAXXONI- POLÍTICA E GESTÃO PÚBLICA:http://www.portalbrasil.net/2004/colunas/politica/fevereiro_29.htmII- PPP-PARCERIAS PÚBLICO PRIVADAS:http://www.portalbrasil.net/2004/colunas/politica/marco_28.htmIII- O PAPEL DA CÂMARA DOS DEPUTADOS:http://www.portalbrasil.net/2004/colunas/politica/maio_09.htmIV- CÓDIGO DE ÉTICA E DECORO PARLAMENTAR DA CÂMARA DOS DEPUTADOS:http://www.portalbrasil.net/2004/colunas/politica/maio_16.htmV- SENADO FEDERAL E CONGRESSO NACIONAL:http://www.portalbrasil.net/2004/colunas/politica/junho_01.htmVI- PROCESSO LEGISLATIVO DO CONGRESSO NACIONAL, POR MARCÍLIO NOVAES MAXXON:http://www.portalbrasil.net/2004/colunas/politica/junho_16.htmVII- O QUE É A LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL, E A LEI DE CRIMES FISCAIS. O ESPÍRITO DA LEI:http://www.portalbrasil.net/2004/colunas/politica/julho_01.htm
Artigo: FBI - A Ciência da Inteligência e da Informação: http://www.portalbrasil.net/2004/colunas/politica/abril_11.htm
Por Marcílio Novaes Maxxon
Comissão de Assuntos Econômicos - CAE
Audiências Públicas e Reuniões Técnicas
03.06.2008 – Audiência Pública "Debate sobre o Marco Regulatório do Petróleo diante da perspectiva de descoberta e desenvolvimento de novas bacias petrolíferas na Camada do Pré-Sal”
ANPHaroldo Borges Rodrigues Lima, Diretor-Geral da Agência Nacional de Petrólio
IBPJõao Carlos França de Lucca, Presidente do Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustiveis
PetrobrasJosé Sérgio Gabrielli, Presidente da Petrólio Brasileiro S.A.
03.06.2008 – Audiência Pública "Debate sobre o Marco Regulatório do Petróleo diante da perspectiva de descoberta e desenvolvimento de novas bacias petrolíferas na Camada do Pré-Sal monetária” (Notas)
13.05.2008 – Audiência Pública “Diretrizes, implementação e perspectivas futuras da política monetária”
Banco Central do BrasilHenrique Meirelles, Presidente do Banco Central do Brasil
15.04.2008 – Audiência Pública "Critérios técnicos de repartição dos royalties provenientes da atividade de exploração petrolífera"
IBGEEduardo Pereira Nunes, Presidente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
ANPHaroldo Borges Rodrigues Lima, Diretor-Geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis
PetrobrasGuilherme de Oliveira Estrella, Diretor de Exploração e Produção da Petróleo Brasileiro S.A.
15.04.2008 – Audiência Pública "Critérios técnicos de repartição dos royalties provenientes da atividade de exploração petrolífera" (Notas)
14.05.2007 - Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis
Petrobras Paulo Roberto Costa, Diretor de Abastecimento
Única Eduardo Pereira de Carvalho, Presidente
Abegás Carlos Eduardo de Freitas Brescia, Diretor
28.05.2007 - Petróleo e Gás Natural
MME João José de Nora Souto, Secretário de Petróleo e Gás
PETROBRAS Guilherme de Oliveira Estrella, Diretor de Exploração e Produção
SHELL John Haney, Vice-Presidente
Institucional
Em 20 anos, Congresso fez 62 emendas à Constituição
O fracasso da revisão constitucional de 1994
Emendas "paralelas" e fatiadas, soluções para os impasses políticos do Congresso
Algumas mudanças que o Congresso fez na Constituição
Fonte: ANERTT por Agência Senado
O BRASIL E OS BIOCOMBUSTÍVEIS
O BRASIL E OS BIOCOMBUSTÍVEISINTERATIVO PARA VOCÊ:http://www.discoverybrasil.com/discover yhoje/viciados_em_petroleo.shtml?vMenu=0 &vPrograma=6&vContenido=0_1ANERTT/DISCOVERY*
*A ANERTT, é signatário do Pacto Global: O Pacto Global é essencial para a parceria entre o setor privado e as Nações Unidas no combate efetivo a CORRUPÇÃO.
http://www.pactoglobal.org.br/pg_principio.php
http://www.unglobalcompact.org/
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